sábado, 15 de junho de 2013

Questões Direito Constitucional - Procurador (continuação)

Questões de Direito Constitucional

6. (FCC - Procurador - AL/PB - 2013) A Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, em relação à liberdade religiosa, prevê que a laicidade estatal adota como suas finalidades proteger o 
(A) Estado de indevidas influências provenientes de dogmas religiosos e salvaguardar as diversas confissões religiosas cristãs do risco de intervenção abusiva do Estado nas questões internas. 
(B) indivíduo, determinando ao Estado observância aos dogmas religiosos e salvaguardar, em face do cará-
ter normativo do preâmbulo constitucional, as diversas confissões religiosas cristãs do risco de intervenção abusiva do Estado nas questões internas. 
(C) Estado de indevidas influências provenientes de dogmas religiosos e salvaguardar a confissão religiosa católica do risco de intervenção abusiva do Estado nas questões internas. 
(D) indivíduo, determinando ao Estado observância aos dogmas religiosos e salvaguardar, em face do caráter normativo do preâmbulo constitucional, as diversas confissões religiosas cristãs ou não cristãs do risco de intervenção abusiva do Estado nas questões internas. 
(E) Estado de indevidas influências provenientes de dogmas religiosos e salvaguardar as diversas confissões religiosas de intervenção abusiva do Estado nas questões internas. 

7. (FCC - Procurador - AL/PB - 2013) Deputados Federais e Senadores serão processados e julgados pelo Supremo Tribunal Federal nos crimes comuns 
(A) e nos atos de improbidade administrativa. 
(B) e nos atos que configuram quebra de decoro parlamentar. 
(C) salvo nos crimes dolosos contra a vida, por se tratar de competência originária do Júri. 
(D) salvo nos crimes eleitorais, por se tratar de competência originária do Tribunal Superior Eleitoral. 
(E) inclusive nos crimes dolosos contra a vida e nos crimes eleitorais. 

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8. (FCC - Procurador - AL/PB - 2013) Em relação à repartição constitucional em matéria de competência legislativa, é correto afirmar: 
(A) Os Municípios possuem competência privativa taxativamente prevista na Constituição Federal. 
(B) Os Estados poderão delegar sua competência privativa aos Municípios, desde que seja por lei complementar e se refira a ponto específico dentro de uma das matérias de sua competência privativa. 
(C) A União possui competência privativa taxativamente prevista pela Constituição Federal. 
(D) A União poderá delegar sua competência legislativa privativa aos Estados e Municípios, desde que seja por lei complementar e se refira a ponto específico dentro de uma das matérias de sua competência privativa. 
(E) Os Estados possuem competência privativa taxativamente prevista na Constituição Federal. 

9. (FCC - Procurador - AL/PB - 2013) Em relação ao controle abstrato de constitucionalidade, é correto afirmar: 
(A) O Supremo Tribunal Federal deve condicionar sua admissibilidade à inviabilidade do controle difuso. 
(B) A arguição de descumprimento de preceito fundamental pode ter por objeto lei anterior à Constituição Federal. 
(C) Somente o Procurador-Geral da República pode ajuizar ação direta de inconstitucionalidade por omissão. 
(D) O Conselho Federal da OAB poderá ajuizar ações diretas de inconstitucionalidade desde que comprovada a pertinência temática. 
(E) Compete ao Superior Tribunal de Justiça processar e julgar ação direta de inconstitucionalidade interventiva proposta pelo Procurador-Geral da República. 

10. (FCC - Procurador - AL/PB - 2013) Em relação às medidas provisórias, é INCORRETO afirmar: 
(A) Caso o Congresso Nacional não edite o decreto legislativo no prazo de 60 dias após a rejeição ou perda de sua eficácia, a medida provisória continuará regendo somente as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência. 
(B) A edição de medida provisória paralisa temporariamente a eficácia da lei que versava a mesma matéria. Se a medida provisória for aprovada, convertendo-se em lei, opera-se a revogação. 
(C) A decadência da medida provisória, pelo decurso do prazo constitucional, opera a desconstituição, com 
efeitos retroativos, em regra, dos atos produzidos durante sua vigência. 
(D) Caso o Congresso Nacional rejeite ou não aprecie em tempo hábil (60 dias) a medida provisória, esta perderá sua eficácia, pelo que se denomina rejeição tácita, podendo ser reeditada uma única vez. 
(E) A perda retroativa de eficácia jurídica da medida provisória em regra ocorre tanto na hipótese de explícita rejeição do projeto de sua conversão em lei quanto no caso de ausência de deliberação parlamentar no prazo constitucional, devendo o Congresso Nacional disciplinar as relações jurídicas dela decorrentes.

Gabarito:

6) B
7) E
8) C
9) A
10) D

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