segunda-feira, 17 de abril de 2017

Como ir bem no primeiro concurso?

Escolher o primeiro concurso público é uma iniciativa que pode abrir muitas portas. Por outro lado, decisões tomadas sem cautela podem ser desperdício de tempo, energia e dinheiro. Por isso, o candidato deve saber o que quer, além de traçar um plano de estudos para conquistar o seu cargo. 
De acordo com Claudete Pessôa, diretora pedagógica do Super Professores Cursos Online, o candidato “deve estabelecer uma linha de ação a partir da seleção de concursos que possuem conteúdos semelhantes em seus editais”. Além disso, ela destaca a satisfação pessoal como principal critério a ser considerado.
Quanto ao planejamento, Anderson Silva, professor do Curso Ênfase, diz que há três pontos importantes. “É preciso estar disposto a renunciar a algumas coisas, criar uma rotina que possa ser seguida e ter uma conversa com familiares e amigos sobre essa mudança”. O professor também indica fixar dias, horários e local de estudo para que a rotina seja seguida à risca. 
Decisão
Para Marcos Chaves, recém-formado em Direito, além da perspectiva de trabalhar em sua área, ele diz que também se identificou com a “estabilidade e a possibilidade de morar em outro estado”. Marcos estuda há quatro meses para o concurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e almeja cargos como o de advogado-geral, procurador federal e procurador da fazenda. Portanto, ele já sabe quais são as suas prioridades. “A minha rotina é assistir aulas, ler as matérias e informativos e solucionar questões”, diz.
Enquanto Marcos quer sair da Bahia, Claudete chama atenção para o local de atuação. “Muitos fazem concursos para o interior, com a esperança de que seja menos disputado, e quando são nomeados sofrem por estarem longe da família”, diz. Ainda segundo a especialista, isso também deve ser levado em conta na escolha do concurso.
Para quem ainda não definiu em que área deseja atuar, Kelle Catiane, professora do Ímpar Concursos, aconselha “cursos básicos em que matérias comuns à maioria dos concursos sejam privilegiadas”. Segundo ela, “a necessidade de estabilidade profissional faz com que muitos alunos estejam estudando sem saber o que de fato querem”. Portanto, estudar disciplinas e bancas recorrentes se torna um investimento.
De: Maryanna Nascimento
Fonte: Correio24horas

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